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João Gilberto

Independentes resistem e agora chegam a era do CD

Ironicamente, enquanto algumas multinacionais como a WEA/Warner (aliás, hoje sem qualquer promoção no Paraná, com um catálogo basicamente do pior rock descartável) impõe o mais supérfluo pop internacional, nossos grandes talentos continuam gravando CDs (e mesmo videolaser) nos Estados Unidos, que permanecem inéditos.

Música Brasileira - As reedições chegam com qualidade

Por múltiplas razões, a reedição se tornou uma forma de gravadores tradicionais - ou mesmo produtoras independentes, na área nostálgica - para enfrentar estes tempos de recessão. Afinal, para as gravadoras que dispõem de grandes acervos não custa quase nada providenciar remontagens de gravações de artistas que passaram pelos seus estúdios. Infelizmente, a maioria dos lançamentos é feita de uma forma caça-níquel - e nisto a Continental é campeã absoluta - recolocando dezenas de vezes no mercado, com títulos e capas diferentes, as mais esdrúxulas montagens.

A não-entrevista de João, o silencioso

Quem viu, conferiu! Apesar de todas as chamadas para a "quebra de jejum de entrevistas há 14 anos", as "declarações" de João Gilberto para o repórter social Amaury Júnior em seu "Flash" (Rede Bandeirantes, uma hora da madrugada do último domingo, 7), não passaram de 80 palavras como, meticulosamente, computou um dos assessores do colunista Zózimo Barroso do Amaral, do "Jornal do Brasil".

A força do 16mm em curtas e nos médias biográficos

Dos quatro médias-metragens que disputarão a premiação em Gramado, três foram rodados em 16mm, o que comprova que esta bitola continua a ser uma opção para projetos de cunho mais cultural - como é o caso dos médias. Afinal, se as possibilidades de exibição dos curtas no circuito comercial são reduzidas - apesar da chamada "lei da obrigatoriedade" que há dois anos não é fiscalizada (e que continua a justificar debates, reuniões e manifestos dos interessados), aos médias-metragens as chances de chegarem aos espectadores ainda são mais reduzidas.

Amor e vida nas vozes de Marina, Libertad e Alaíde

Três cantoras, de diferentes gerações e origens, apresentando-se numa mesma semana, oferecem diversificadas oportunidades de se (re)apreciar/(re)ouvir os caminhos musicais em relação à criação-sensibilidade de comercialização.

Melhora o nível das músicas nas novelas

Na estimulante briga de audiência, as telenovelas estão reciclando suas trilhas sonoras. Longe vai o tempo em que as canções-temas eram escolhidas apressadamente, na base do "gosto" dos diretores das séries que buscavam, antes de tudo, promover e divulgar certos lançamentos - de discutíveis méritos. Embora, naturalmente, a inclusão de uma canção numa telenovela em horário nobre signifique uma catipultuada para o sucesso, hoje se busca o nível artístico sempre que possível.

Noel Rosa hoje na tela de Brasília

A programação competitiva deste 24o. Festival de Brasília prevê para hoje, quinta feira, um dos projetos mais carinhosos desenvolvidos pelo cineasta catarinense (radicado no Rio) Rogério Sganzerla: "Isto é Noel Rosa". Vanguardista e polêmico cineasta que surgiria há 23 anos com um demolidor longametragem - até hoje considerado um clássico do cinema brasileiro - "O Bandido da Luz Vermelha", Sganzerla, 45 anos, tem muitas ligações musicais - sendo, por exemplo, um dos raros amigos que João Gilberto convoca para fotografar e filmar suas gravações.

Eloy vai a Cannes ver se o Boticário ganha os leões

Pela primeira vez um publicitário paranaense participa do mais famoso festival de filmes comerciais do mundo com obras nas quais deu sua contribuição. Eloy Zanetti, paranaense de Jacarezinho, 44 anos comemorados festivamente no último dia 7, viajou ontem para Lisboa, de onde seguirá para Cannes no início de julho (*).

O grande retorno de Johnny Alf

Entramos no último mês do primeiro semestre de 91 e as perspectivas musicais continuam limitadas. Difícil será relacionar dez lançamentos de MPB que mereçam destaque feitos nestes cinco primeiros meses do ano e, entre eles, estariam, sem dúvida, apenas gravações de gente já conhecida - até obras póstumas, como os dois belíssimos elepês deixados por Elizeth Cardoso (1920-1990), produzidos pelo incansável Hermínio Bello de Carvalho e que só agora estão chegando às lojas graças a Sony Music (ex-CBS).

Nico, o trabalho com boa produção

Embora jovem, Nico Rezende, músico, compositor e cantor eventual, já comeu muito pó na estrada. Como músico, arranjador e mesmo compositor, estava unido a gente como Marina, Cazuza, Lulu Santos, Zizi Possi e até Roberto Carlos. Contratado pela Warner, em 1987, chegou a gravar três elepês solos, o último (1989) com produção do experiente Ezequiel Neves.
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