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Antônio Carlos Jobim

Artigo em 12.04.1992

O Goethe Institut continua em sua generosidade para movimentar os espaços da Fucucu. Amanhã, no Teatro do Paiol acontece um bonito espetáculo para quem gosta de música de sopros: o único concerto do Fun Horns, formado pelos saxofonistas Voker Schlott e Thomas Klemm, tronbonista de vara Jurg Huke e pistonista Heimer Brebeck. Ingressos a apenas Cr$ 3 mil. xxx

A família Caymmi, o nosso maior patrimônio musical

Artur Xexéo, nosso bom amigo, jornalista do primeiro time do "JB", escreveu um texto preciso, excelente sobre um disco que, seguramente, estará em nossa relação dos dez melhores lançamentos do ano: "Família Caymmi em Montreaux"(Polygram, abril/92).

Os melhores nacionais e do jazz segundo Caetano

Caetano Cerqueira Rodrigues, 57 anos, presidente do Blue Note Jazz Clube; produtor de programas de jazz e bossa nova para a rádio Ouro Verde-FM - e também é dono de uma das maiores coleções de CDs, especializados em jazz, música instrumental brasileira, Bossa Nova e grandes vocalistas americanos. Assim, sua relação dos 10 lançamentos e reedições exclusivamente em CDs feitos no Brasil é importante referencial sobre uma faixa altamente sofisticada na produção nacional e internacional. Os 10 melhores lançamentos nacionais

Noel Rosa, atual e moderno revivido em seus songbooks

Transcorridos quase 50 anos da morte de Noel Rosa - ocorrida em 4 de maio de 1937 - e 81 de seu nascimento (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910), Poeta da Vila está mais vivo do que nunca. Difícil encontrar um brasileiro que não conheça alguma canção entre as 230 que Noel compôs em seus breves 26 anos, 4 meses e 4 dias em que viveu, amou e sobretudo compôs no Rio de Janeiro - com raras saídas da Vila Isabel, onde nasceu e viveu toda sua vida na casa de seus pais, Manoel Medeiros Rosa, gerente de uma camisaria e Maria de Azevedo, professora primária.

A editora luminosa para a nossa música

Ao trazer para o Brasil a idéia de reunir as composições mais conhecidas de compositores de diversas épocas, Almir Chediak, 42 anos, nome respeitadíssimo como violinista, arranjador e professor, acabou se tornando um editor merecedor de prêmios.

Música Brasileira - As reedições chegam com qualidade

Por múltiplas razões, a reedição se tornou uma forma de gravadores tradicionais - ou mesmo produtoras independentes, na área nostálgica - para enfrentar estes tempos de recessão. Afinal, para as gravadoras que dispõem de grandes acervos não custa quase nada providenciar remontagens de gravações de artistas que passaram pelos seus estúdios. Infelizmente, a maioria dos lançamentos é feita de uma forma caça-níquel - e nisto a Continental é campeã absoluta - recolocando dezenas de vezes no mercado, com títulos e capas diferentes, as mais esdrúxulas montagens.

MELHORES REEDIÇÕES

1. Bossa Nova/Elenco: Nara Leão, Antônio Carlos Jobim, Baden Powel; Caymmi Visita Tom; a Música de Edu Lobo; Vinícius/Caymmi no Zum-Zumb. Reedição supervisionada por Tarik de Souza - Elenco/Philips/Polygram. 2. Naquele Tempo (Choros e Valsas) - Pixinguinha-Benedito Lacerda-Custódio Mesquita e orquestra - Garoto - Carolina Cardoso de Menezes - Coordenação Leon Barg (Revivendo, com fonogramas RCA). 3. Carnaval - Sua História, sua Glória (seis volumes) diversos intérpretes (Revivendo).

Um encontro (des)marcado pela paixão de Zélia, Fernando e poder temporário

Não se fala há duas semanas em outra coisa: o livro da Zélia. Nunca um livro foi tão comentado, discutido, xingado. Há ameaça até de uma (quase) burra unanimidade: fazer da ex-ministra da Economia mulher mais criticada deste país - justamente agora, quando ela deixou o poder. Nem quando foi anunciado o Plano Collor II - com o sequestro das poupanças - Zélia Cardoso e Mello esteve em tanta evidência.

Tom grava Noel Rosa para o songbook que Almir produz

Num ano de escassas edições musicais de bom nível - no qual será difícil fazer os tradicionais destaques da área fonográfica - uma das esperanças maiores se concentra no álbum duplo que o produtor Almir Chediak está realizando em homenagem a Noel Rosa (1910-1937). Depois do exaustivo estudo de João Máximo e Carlos Ridier - "Noel Rosa: uma biografia" (Editora da Universidade de Brasília, 1990), é a Lumiar Editora quem vai reverenciar aquele que para muitos continua sendo o nosso maior compositor popular.
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