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Os sonhos de quem quer trabalhar com imagens

Vitória - Em cada cabeça de cineasta um sonho: conseguir chegar um dia ao longa-metragem. Entre o sonho e a realidade, uma longa distância - aumentada ainda mais nos últimos anos em que a produção do cinema brasileiro que já chegou a ultrapassar 100 títulos/ano caiu para níveis quase zero.

Estréiam hoje dois dos melhores filmes de 1991

1992 não poderia começar melhor em termos cinematográficos. Hoje, terceiro dia do ano, estréiam dois dos dez melhores filmes indicados no referendum em que participaram 28 críticos e cinéfilos de 8 capitais e que, pela 26ª vez, ininterruptamente, O Estado do Paraná publicará domingo. "Não Amarás", do polonês Krzystof Kieslowski e "Os Imorais", do inglês Stephen Frears - que embora estivessem inéditos em Curitiba obtiveram pontuação para integrar a lista dos 10 melhores, estréiam agora nos Cine Groff e Bristol, respectivamente.

"Cortesia" demagógica com filmes alheios

Se não fosse a dignidade e coerência dos realizadores Fernando Severo e Fernanda Morini, a "coordenadoria" (sic) de cinema da Fucucu teria criado um constrangedor atrito entre o prefeito Jaime Lerner e a secretária Gilda Poli.

Jornada da Bahia renasce com a maior importância

Salvador - Após dois anos de interrupção, o retorno da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em sua XVIII edição que inicia hoje, é o evento culturalmente mais importante para o cinema no Brasil. Um festival sem estrelas, mordomias e badalações sociais, aos circuitos comerciais é, entretanto, um acontecimento respeitado internacionalmente, o que se reflete no número expressivo de realizadores de vários países - especialmente do Terceiro Mundo - que desde 1971 vem prestigiando esta mostra baiana.

O cinema experimental que o Goethe ajuda a produzir

Salvador - Uma prova de que um bom projeto pode oferecer resultados estimulantes está sendo visto nesta XVIII Jornada Internacional de Cinema na Bahia que se encerra hoje. Entre as muitas mostras que desde a última sexta-feira, 20, movimentam os espaços culturais desta cidade que já começa a entrar no calor fortíssimo e os primeiros ensaios carnavalescos, está a apresentação dos dez resultados do projeto de cinema experimental desenvolvido pelo curso de cinema da Universidade Federal Fluminense em convênio com o Goethe Institut.

Amor e vida nas vozes de Marina, Libertad e Alaíde

Três cantoras, de diferentes gerações e origens, apresentando-se numa mesma semana, oferecem diversificadas oportunidades de se (re)apreciar/(re)ouvir os caminhos musicais em relação à criação-sensibilidade de comercialização.

Texto de Artaud abre novo espaço cultural

Retornando de São Paulo, onde foi reciclar-se criativamente assistindo as vanguardistas encenações que o seu maior amigo João Cândido Galvão, curador da 21ª Bienal, trouxe na área do teatro - a "Trilogia Antiga", o "Suz/O/Suz" e "When We Dead, Awaken" (com direção do lendário Bob Wilson), Marcelo Marchioro, após a campestre encenação de "Sonhos de uma Noite de Verão" (Centro de Criatividade, até dezembro) sonha com um projeto mais audacioso: montar no espaço do Solar dos Leões, um espetáculo que assistiu em sua última temporada nova-iorquina e que faz com que um pequeno público partici

A guerra dos meninos na visão curitibana

- "Pelo menos 10 dos garotos que aparecem em "A Guerra dos Meninos" já foram assassinados nos últimos sete meses. E a previsão é de que ao menos 20% dos outros que aparecem nas cenas do filme estão condenados a também serem eliminados em breve".

Um festival (consagrado) em cenário europeu

Apesar de um orçamento menor que os Cr$ 200 milhões que o governo do Distrito Federal investiu no XXIV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (3 a 10 de julho), Gramado inicia amanhã a 19ª edição de seu XIX Festival. Premiações menores que de Brasília - que também ofereceu o estímulo de Cr$ 5 milhões de aluguel para os filmes inéditos que lá concorreram - não reduziram o interesse dos realizadores pelo festival que acontece desde 1972 numa das mais acolhedoras cidades turísticas do Brasil.

O povo merece aplaudir a nossa boa orquestra

Um dos mais belos concertos da atual temporada da Sinfônica do Paraná, no domingo pela manhã, teve um bom público - cerca de mil pessoas - mas a metade do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto ficou vazia. É de se perguntar: é justo que um evento oficial, com uma orquestra mantida pela população através de recursos públicos, deixe de atingir em suas apresentações o maior número possível de espectadores?
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