Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Paulinho da Viola

Paulinho da Viola

Helton, vivendo para promover a melhor MPB

Qual a receita para fazer de um bar-restaurante mais do que um estabelecimento comercial, um ponto de encontro cultural? Muitos procuram a fórmula para conquistar um público legal num ambiente descontraído, amigo - em que o importante não seja o luxo e a sofisticação, mas a qualidade. Da comida, da bebida, do serviço, da música e, especialmente, das pessoas que o freqüentem. Um mestre com PhD nesta área é um mineiro-paulista que tem hoje a melhor casa musical paulista em termos de convivência e programação: Helton Altman, do "Vou Vivendo" em São Paulo.

Viagem ao tempo dos boleros e tangos com Vargas e Libertad

Há algumas semanas, quando o jornalista Irlam Rocha Lima, um dos mais importantes críticos de música de Brasília, foi entrevistar para a revista de vanguarda "Bric-a-Brac" o compositor Caetano Veloso, o encontrou em sua casa, no rio de Janeiro, rodeado de gravações históricas de música popular, editadas pela etiqueta Revivendo.

Um estúdio de invenção para conhecer melhor nosso Brasil

Num momento em que a música popular brasileira vive uma de suas piores [fases], com os nossos melhores talentos permanecendo anos sem condições de fazer elepês (Paulinho da Viola é um exemplo) e que esquemas massificantes de multinacionais como a WEA trazem o lixo da produção internacional, descaracterizando o mercado e impondo um som supérfluo e medíocre, torna-se mais admirável ainda o esforço de produtores independentes.

"Bric à Brac", a grande revista das vanguardas

Enquanto Miran faz de sua Gráfica uma publicação de dimensão internacional, em Brasília, um grupo de poetas e jornalistas esforça-se há seis anos na produção de uma revista igualmente exemplar em termos de qualidade: "Bric à Brac".

No campo de batalha

A compositora e cantora Leci Brandão (da Silva), que pelo quarto ano consecutivo foi uma das comentaristas dos desfiles do grupo especial, no Rio de Janeiro, na transmissão da Globo, voltou a ser a campeã na repetição de uma palavra que adora usar: comunidade. Em qualquer intervenção, a sambista recorria a esta palavra, contagiando até o correto coordenador William Bonner, que acabou também repetindo inúmeras vezes o mesmo termo. xxx

Uma rua para o maestro Gaya

Depois de dois esplêndidos nomes da melhor MPB no último fim de semana - Johnny Alf no Teatro Paiol e Miúcha no distante Auditório Antônio Carlos Kraide (Centro Cultural do Portão), além de duas apresentações da Orquestra de Câmara de Blumenau, abrindo a temporada oficial do Auditório Maria José Andrade Vieira - novas atrações para dividir o próximo fim de semana. No Paiol, a compositora-intérprete Joyce, que só hoje, aos 40 anos - e 22 de vida artística - começa a ter um reconhecimento internacional, com temporadas e discos lançados no Japão, Itália, França e Estados Unidos.

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba (II Parte)

Como foi o fim da noite e a despedida de João Gilberto na única vez em que esteve em Curitiba? Eis uma parte que não detalhamos na crônica publicada domingo, 8, no suplemento "Almanaque", dedicado à Bossa Nova, motivada pelo boom nostálgico ao qual "Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova", de Ruy Castro (Companhia de Letras, 464 páginas), trouxe galões de combustível.

Gabi e Jaime fazem cinema francês voltar ao Brasil

Apesar de ter uma das maiores (e melhores) produções cinematográficas do mundo, a França tem sido pouco vista nas telas do Brasil. Desde que a Gaummont encerrou suas atividades entre nós, foram raros os filmes franceses - e mesmo de outros países europeus nos quais aquela poderosa produtora atua - que conseguiram distribuição comercial. Assim, o cineasta e executivo Jean Gabriel Albicoco, 54 anos, que por muito tempo dirigiu a Gaummont no Brasil, decidiu retomar o setor de exibição e distribuição.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br