Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Miles Davis

Miles Davis

Em sua autobiografia, Autran chegou aos tempos de ginásio

Embora ocupado com a produção de "A Vida de Galileu Galilei" - que o manteve em Curitiba nos últimos quatro meses - e, sempre gentil e solícito, tenha também comparecido a uma série de reuniões sociais oferecidas por amigos e admiradores da cidade, Paulo Autran tentou, nas horas que lhe sobraram, na tranqüilidade do Hotel Mabu, levar adiante um projeto que há tempos lhe vem desafiando: escrever suas memórias.

Primeiros exemplos de uma geração de imagens

A rigor, a área de vídeo do Salão Curitiba Arte V, deveria aceitar apenas trabalhos ligados ao setor de artes plásticas. Mas como se tratou de uma primeira experiência - e sem tempo útil para divulgá-la nacionalmente - a comissão julgadora observou, com atenção, todos os VTs inscritos.

Teclados de Herbie e os novatos Max e Ira

Um novo álbum do tecladista Herbie Hancock na praça é sempre motivo para ouriçar os que curtem o som deste inquieto, criativo e sempre renovador compositor-intérprete, que às vésperas de se tornar cinqüentenário continua a despejar uma notável carga de energia em suas gravações como mostra nas seis faixas de "Perfect Machine" (CBS, maio/89). Em 1983, quando chegou a banda de Miles Davis, Herbert Jeffrey Hancock já trazia uma boa bagagem (especialmente por seu trabalho com o trompetista Donald Byrd, que produziu seu primeiro elepê solo).

Madonna com marketing e as outras cantoras

A mídia funciona: há um mês que simultaneamente nos Estados Unidos e Brasil as mais nobres páginas da imprensa se ocupam do disco "Like a Prayer" da cantora Madonna, no Brasil impulsionada ainda mais pela polêmica da exibição do videoclip que provocou a ira da Igreja e foi cancelada pela Pepsi-Cola, que pretendia usá-lo como parte de uma campanha promocional - o que lhe valeu US$ 5 milhões de prejuízo, motivo para a "Veja" da semana passada dedicar duas páginas ao assunto.

O bom jazz que a Bradisc apresenta

Na expansão do mercado jazzístico registrada nos últimos anos - e estimulada por eventos como o Free Jazz Festival, promovido pelas irmãs Monique e Silvinha; filmes como "Em torno na meia-noite" (agora a dosposição em vídeo) e o aguardado "Bird" (1987, de Clint Eastwood, cinebiografia de Charlie Parker) é natural que novas etiquetas se voltem ao rico universo do jazz e do blues.

Shorty Rogers e o estilo West Coast

Depois de editar três extraordinários álbuns de jazz - com Sonny Rollins (o histórico "The Bridge", de 1962), Paul Desmond (1924-1977) e uma aventura mexicana jazzística de Charlie Mingus (1922-1979), a BMG/Barclay (ex-RCA), fez novo e precioso lançamento, como aqueles, com produção nacional, textos de apresentação e supervisão do curitibano Roberto Muggiati, editor da revista Manchete e um dos maiores especialistas em jazz no Brasil.

Uma geral do múltiplo talento de Miles Davis

Miles Davis seria a estrela maior do Free Jazz 88. Na última hora, cancelou sua vinda, oficialmente por razões de saúde. Aos 62 anos, completados no dia 25 de maio último, há muito tempo enfrenta problemas físicos seríssimos. Também pudera: já consumiu tudo que tinha direito.

Do passado e de agora, o jazz de melhor qualidade

Mais uma esplêndida fornada do melhor jazz para que ninguém que se interesse pelo gênero deixe de ter oportunidade de conhecer momentos iluminados - passados e recentes. Como sempre, a CBS é quem mantém a liderança - em que pese o belo trabalho que Léo de Barros faz pela Polygram e a diversificada linha de lançamentos da WEA - sem contar o catálogo da Imagem.

O jazz com Sony, Mingus e Desmond

1988 parece que será realmente um ano riquíssimo em termos de jazz. Afora as boas temporadas já realizadas e o apetitoso leque de atrações que as irmãs Silvinha e Monique Galdesberg montaram para a próxima edição do Free Jazz (setembro, São Paulo/Rio), os lançamentos de qualidade sucedem a cada semana, tornando difícil mesmo os mais endinheirados colecionadores acompanhar todas as edições.

Freire-Maia, nosso candidato ao Nobel

Muito mais do que a data redonda em si, os 70 anos de Newton Freire Maia, lembrados ontem, com uma ampla programação organizada por seus muitos amigos, representou um pouco do reconhecimento desta cidade a uma de suas melhores "cabeças" - que pode ser visto como um exemplo em qualquer prisma do caleidoscópio de sua vida: professor, cientista, pai, intelectual, homem de fé e, sobretudo, amigo daqueles que tão bem preenchem a receita do poeta Fernando Brant ("amigo é coisa/para se guardar/ debaidebaixo de 7 chaves/do lado esquerdo do peito").
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br