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Teatro do Paiol

Gente

Quando FRANCISCO ARAUJO chegou em Nova Iorque, em abril do ano passado, para participar do I Congresso Norte-Americano de História em Quadrinhos, os coordenadores da promoção surpreenderam-se ao ler sua qualificação profissional, na ficha: << Professor de Introdução às Histórias-Em-Quadrinhos no Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília >> ,. Afinal, nos Estados Unidos, apesar de ser a pátria dos << comics >> e do interêsse pelo seu estudo cientifico, até hoje nenhuma universidade incluiu a matéria no curriculum normal de um curso de comunicação.

Lançamento

Silvio Caldas que passou o fim de ano em Curitiba, com três históricas apresentações no Teatro do Paiol, orgulha-se de ter sido o primeiro cantor brasileiro a ter gravado um disco ao vivo: "Silvio Caldas em Pessoa", há mais de 15 anos. De lá para cá o registro de "show" ao vivo tornou-se uma formula rendosa, já que a gravação de espetáculos musicais, tomados com a participação (aplausos, assobios, valsas) do público, esquenta, dá maior vida as gravações.

Cinema

Para quem, na década de 60, soube curtir os filmes de michelangelo Antonioni - "Aventura"(59), "A Noit" (60) e "O Eclipse" (61), a oportunidade de (re)ver hoje o filme cronologicamente interior a esta trilogia "da incomunicação' - "As Amigas" (Teatro do paiol, 20 horas) é oportunidade que não pode, de forma alguma, ser despertiçada.

Cinema

O Festival do Cinema Italiano (Teatro do Paiol) iniciou com a mostra de alguns exemplos dos chamados "telefones brancos".

Gente

"Estou dirigindo uma peça onde os atores iniciantes e não há texto, apenas marcações. Quer dizer um trabalho que significa nuitas novidades e um aprendizado muito importante". Quem diz isso é a atriz IONE Prado, 25 anos de idade, 6 de teatro, e participação nas mais importantes montagens feitas em Curitiba. A peça que ela está dirigindo é "Cuatro Balazos", de Alberto Centurião que faz parte da mostra "Três Peças Experimentais", produção do Teatro Margem que será apresentada de 6 a 11 de fevereiro no Teatro do Paiol.

La Terra Trema

"DEUSES MALDITOS" E "A MORTE EM VENEZA" DERAM FAMA A LUCHINO VISCONTI. HÁ 25 ANOS ATRÁS ELE REALIZAVA UMA OBRA-PRIMA: "LA TREMA", QUE SERÁ EXIBIDA HOJE NO TEATRO PAIOL, ÀS 20 HORAS. NO SÁBADO, NO MESMO HORÁRIO, O FILME SERÁ EXIBIDO OUTRA VEZ, DESTA VEZ COM UMA CONFERÊNCIA DO CRÍTICO RONALD MONTEIRO, DO JB. "LA TERRA TREMA" NUNCA FOI EXIBIDO COMERCIALMENTE EM NOSSO PAÍS,

Cinema

a exibição de "La Terra Trema" (hoje, 20 horas, Teatro do Paiol) constitui sem dúvida uma oportunidade única: nunca lançado no Brasil (e mesmo na Itália e França restrito ao âmbito das cinematecas) esta obra-básica do neo-realismo, realizada entre 1947-48, se constitui num filme do qual muito se fala mas pouco se conhece. A sua exibição hoje e no sábado - quando será complementada com palestra do crítico Ronald Monteiro, tornou-se possível graças a colaboração da Cinemateca do Museu de Arte Moderna, da Guanabara, que possui a única cópia existente no Brasil.

Cinema

Falando sobre "La Terra Trema" (Teatro do Paiol, amanha as 20 horas, acompanhada de conferências do crítico Ronald Monteiro, da Cinemateca do MAM-(GB), seu realizador, Luchino Visconti, disse: "Sempre considerei os problemas da Itália meridional, como uma das principais fontes de inspiração de minha obra...

Gente

A projeção de quatro filmes de Vittorio de Sica realizados entre 1946-55 - "Humberto D" (1951), "Ladrões de Bicicletas" (1948), "Milagre em Milão"(1950-51) e "O Teto" (1955) no Festival do Cinema Italiano (Teatro do Paiol) o fato da última fita deste italiano de 71 anos, "O Jardim dos Finzo-Contini" (rodado em 1970) ter sido incluída pela crítica brasileira como um dos 10 melhores filmes lançados em 1972, comprova a extraordinária vitalidade de sua obra Italiana de Sora.

Cinema

Um clássico do Neo-Realismo, "Ladrões de Bicicletas" (Teatro do Paiol, hoje às 17 horas e amanhã às 22 horas), permanece como um dos momentos mais altos da filmográfia de Vittorio de Sica. A história de "Ladri di biciclete" e simples. Ma da mais humana: em Roma um operário desempregado (Lamberto Maggiorani-foto) consegue um emprego para o qual exige-se possuir uma bicicleta. Começa a trabalhar como colador de cartazes e quando está pregando num muro o cartaz do filme "Gilda" 1946, de Charles Vidor,, com Gleann Ford-Rita Hayworth) roubam sua bicicleta.
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